terça-feira, 1 de setembro de 2009

Instalar Google Chrome no Debian (com Flash)

Já há bastante tempo que tinha aqui o bichinho a remoer por dentro para experimentar este novo navegador que promete do Google, e embora seja ainda uma versão instável, não resisti...
Aqui ficam as indicações para quem quiser instalar, mas volto a repetir, que ao dia de hoje é uma versão instável, e não se recomenda para um uso diário normal.


Feito o aviso, aqui vai:

Existe para o Debian um pacote .deb que facilita o trabalho de instalar.

Apenas temos de fazer algum "trabalho manual" para pôr a funcionar o plugin de Flash.

Versão de 32 bits: google-chrome-unstable_current_i386.deb

Versão de 64 bits: google-chrome-unstable_current_amd64.deb

Instalamos o pacote como queiramos,... via gdebi por exemplo, já que ao abrir o pacote com o gdebi (veja esta mensagem anterior se tem dúvidas de como fazê-lo), este resolve as dependências que possam existir.

Com este simples passo já temos instalado o Google Chrome em Debian.

Em KDE ficará no menu K > Internet.

A pasta onde vai ser feita a instalação é:

  /opt/google/chrome

Para o passo seguinte é necessário criar uma pasta dentro de /opt/google/chrome chamada plugins 

Abrimos um terminal e navegamos até lá com o comando:

 cd /opt/google/chrome/

Executamos como root o seguinte comando para criar a pasta plugins 

# mkdir plugins

Acto seguido fiz um link simbólico ao plugin de flash da minha instalação do Mozilla Firefox. Executar como root:

#  ln -s /home/nome-de-utilizador/.mozilla/plugins/libflashplayer.so /opt/google/chrome/plugins

 Mudar onde diz nome-de-utilizador pelo vosso nome de utilizador !

Feito isto só é preciso adicionar mais uma coisa. Se você usa KDE navegue pelo menú K > Internet > Google Chrome

Use o botão direito do rato sobre o elemento Google Chrome e escolha "Editar Elemento "

No lado direito da janela há um campo chamado Comando (ou Command caso esteja em inglês), e que define o caminho através das pastas e a ordem a executar.

Por defeito estará:  /opt/google/chrome/google-chrome %U

Adicione o seguinte: --enable-extensions --enable-plugins



De maneira que fique (copie e cole):  /opt/google/chrome/google-chrome %U --enable-extensions --enable-plugins

Atenção aos espaços ! Por esse motivo recomendo copiar/colar !

Se quiser verificar se o plugin instalou-se correctamente, escreva na barra de direcções: 

about:plugins 

E verifique se ele consta na lista.



E é tudo ! Já tem o Google Chrome instalado e funcionando com Flash para que possa ver os videos do YouTube, por exemplo, e as respectivas extensões.


 Mas não se esqueça, esta é uma versão instável e pode dar problemas ! Use por sua conta e risco ! E desfrute navegando !

Nota: Se quiser desinstalar o Google Chrome execute desde o terminal (como root):

# rm /usr/bin/google-chrome/
# rm -r /opt/google/

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Katapult - Lançador de Aplicações do KDE

             A fisga em acção !

Embora seja o icone deste pequeno grande programa, na verdade o que ele faz é lancarnos para o programa que queremos... mas porquê usá-lo ?

Já alguma vez andaram perdidos nos menus do KDE á procura de um programa, sabem como se chama, mas não o encontram ?

Pois bem, esta é a verdadeira utilidade do Katapult.

Bastantes vezes pode facilitar essa tarefa, ainda para quem alterna entre diferentes ambientes gráficos, como Gnome, XFCE, LXDE... em que cada um tem os menus orgranizados de maneira distinta, ou o acesso aos mesmos é feito inclusivé de maneiras pouco "normais".

No fim de contas para quem usa KDE, este é um pequeno programa bastante útil.

Esta é a página oficial do Katapult, e actualmente a versão mais recente é a 0.3.2.2

Pode ser instalado via Synaptic ou via terminal (apt-get install katapult), já que se encontra nos repositórios oficiais do Debian.

Depois de instalado podemos encontrar o programa no menu de Utilitários (menu K>Utilitários>Katapult).

O seu uso é bastante simples.  Depois de executado, aparece um icone de uma fisga (ou estilingue para os brasileiros que por cá passam) na barra de tarefas, ao lado do relógio.

Faça clique esquerdo com o rato no icone do programa e aparecerá um icone do mesmo no centro do écrã... esperando que você escreva no seu teclado o nome do programa que quiser lançar.

Enquanto você escreve, ele dá sugestões,  já que há programas que têm nomes parecidos, e se não for esse que você procura, continue escrevendo... porque quando coincidir aparecerá o nome completo, e você só tem que carregar em ENTER.

Como podem ver é bastante simples e prático.

Pode ver algumas imagens do programa em acção na secção de imagens da página oficial do Katapult, assim como um manual de uso do Katapult também na página oficial.

Embora esteja em inglês, você sempre pode usar o Google para traduzir...

Bons Lançamentos !

Como recuperar cd´s ilegíveis em Debian



Em Debian, e também outras Distros, existe este programa chamado "rdd-copy" cuja finalidade é recuperar  aqueles CD's que temos e que com o tempo tornam-se ilegíveis.... ou mesmo por culpa de alguma arranhadela na superfície do mesmo.

O programa pode ser instalado no Debian através do pacote "rdd".

O método de instalação é á escolha de cada um. Tanto pode ser instalado via Synaptic ou para os que gostam de instalar através do terminal com o comando:

# apt-get install rdd

Executamos o programa com o comando (em terminal):

$ rdd-copy -v /dev/cdrom ./meucd.iso


O programa vai ler o cd completo para uma imagem .iso, com o nome de meucd.iso, mas você pode dar o nome que quiser á imagem .iso..., e quando chega à zona danificada, em vez de terminar com um "input/output error ou read error", começa a ler o cd em modo de recuperação ou "recovery" e vai conseguindo, grão a grão, retirar toda a informação do CD.

Todo este processo pode levar muitas horas a terminar (dependendo da extensão ilegível do cd) mas no fim ficamos com uma imagem .iso que pode ser montada e de seguida podemos copiar os ficheiros que nos faltam, ou até mesmo gravar a imagem .iso

O rdd tem esta descrição no pacote Debian:
"A forensic copy program developed at and used by
the Netherlands Forensic Institute (NFI). Unlike most copy programs, rdd is
robust with respect to read errors, which is an important property in a
forensic operating environment."

Este programa não tem nenhuma imagem em screenshots.debian.net (para os que seguem o blogue... lembram-se de uma mensagem anterior que falei deste "repositório" de imagens de programas de Debian ?), mas no fim de contas é executado desde um terminal... e se você quer colaborar com este projecto e contribuir com imagens deste utilitário pode fazê-lo na secção de upload de imagens de screenshots.debain.net

Acima de tudo, este programa é gratuito e de código aberto ;-)

Boas recuperações !

sábado, 22 de agosto de 2009

Quake Live - Finalmente disponivel para Linux !

Finalmente está disponível este jogo online.

Quake Live.



É como jogar ao Quake, mas online, sem necessidade de ter o jogo Quake.

A única coisa que precisa é:

Mais um jogo para Linux: Quake 3 Rally

Mais um... este parece ser um jogo de carros ao estilo "Destruction Derby"... Quem se lembra desse jogo ?

Este é uma modificação (mod) do motor do Quake, assim como outras modificações existentes, OpenArena por exemplo, e aparentemente parece ser gratuito...

Neste momento não tenho o meu computador com Linux para experimentar... é o que dá estar de férias e com acesso a um computador com Windows (argh!), mas enfim.....

Aqui fica um video daquilo que parece ser este jogo:







Há bastantes carros e mapas, mas ainda não tenho a certeza se faz falta ter o CD do Quake original para poder usar os ficheiros .pak que ele contém, já que sem estes não há jogo.

No entanto sempre podem dar uma olhadela á página oficial do Quake 3 Rally (Q3Rally) e vejam vocês mesmos.... eu só vou poder comprovar e meter a mão em tudo isto dentro de mais alguns dias, quando tiver o meu Debian......

Até lá se conseguirem jogar e se tiverem informação de como jogar ao Q3 Rally agradeço que ponham essa informação nos comentários desta mensagem.

Boas corridas !

Actualização: Se quer jogar ao Q3Rally, pode usar o jogo Open Arena para jogá-lo, já que o Open Arena usa o motor gráfico do Quake.

Baixe a ultima versão do Q3Rally (Q3Rally V1.32 ) desde a página de descargas (para baixar carregue no icone da disquete) e baixe também o "patch" do Q3Rally (Q3Rally V1.33 fix) desde a mesma página... pode encontrá-lo do lado direito.

Descompacte o Q3Rally V1.32 para dentro de uma pasta. Faça o mesmo com o Q3Rally V1.33 fix.

Copie o ficheiro que descompactou do Q3Rally V1.33 fix e cole-o na pasta do Q3Rally V1.32 sobrescrevendo o ficheiro que estiver dentro.

Agora copie a pasta Q3Rally V1.32 e cole-a dentro da pasta do Open Arena.

Execute o Open Arena, e para jogar ao Q3Rally, no menu escolha "MODS" e lá escolha o  Q3Rally V1.32... e já está. Já pode dar umas corridas.

Mas lembre-se que este jogo ainda está em desenvolvimento e está sujeito a melhoras constantemente.....

Como instalar Wolfenstein: Enemy Territory 2.60 no Linux



Aproveito uma pequena pausa para comentar como instalar este jogo no Linux.
 
Este jogo é cheio de acção em modo de 1ª pessoa, deixando-nos imersos e com muitas horas de vicio pela frente....


Bem, vamos ao que interessa:
Podem descarregar o jogo desde:


http://ftp.games.skynet.be/pub/wolfenstein/

 

Caso a descarga não esteja acessivel sempre podemos fazer uma pesquisa no Google pelo nome do ficheiro et-linux-2.60.x86.run ... de certeza que encontram algumas alternativas para baixá-lo ;-)

A versão mais actual é a 2.6, assim que o ficheiro a descarregar será :
et-linux-2.60.x86.run
Para baixar faça clique direito em cima do nome do ficheiro que quer e escolha:
"guardar como..."




... e já agora baixamos também o "patch"


et-linux-2.60-update.x86.run

 A descarga do jogo tem cerca de 258 mb (+ o patch que são cerca de 8 mb).Depois de baixar o ficheiro, temos de dar permissão de execução aos mesmos.Para tal, fazemos click direito sobre o ficheiro e vamos a "Propriedades".Marcamos a casa "é executável" e carregamos em "ok".Repetimos o processo também para o "patch"




Abrimos um terminal onde temos o ficheiro que baixámos e escrevemos:





./et-linux-2.60.x86.run



Podemos fazê-lo como utilizador normal, já que irá ser instalado dentro de uma pasta da nossa /home

Se quisermos instalar a nivel do sistema, executamos o ficheiro como root
( escrevemos no terminal
su, metemos a palavra-passe de root e executamos o ficheiro da mesma maneira)

Passada a instalação podemos instalar o "patch" et-linux-2.60-update.x86.run


NOTA: no meu caso o "patch" deu-me problemas de som, ou seja, fiquei sem som no jogo.
Resolvi o caso fazendo de novo a instalação do jogo, sem voltar a instalar o "patch"



Terminado tudo isto, para jogar podemos criar um atalho para o jogo no nosso menu de Jogos do menu "K"...

Sim, uso KDE ;-)
Ou claro podem ir até á pasta onde instalaram e escrever:



./et.x86


Ou se instalaram como root, o jogo ficou instalado a nível do sistema, com o qual podem escrever no terminal apenas:



et.x86


Qualquer duvida que tenham sobre com executar estes ficheiros .run podem ver a minha mensagem
anterior
aqui no Linux & Vida Livre sobre os instaladores LOKI

E é tudo... desfrutem da acção que oferece este jogo !




quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Feliz Aniversário Debian


Há dezasseis anos atrás, foi lançada a distribuição Linux que mais gosto e a que uso, é claro.
Debian.
Embora eu venha aqui uns dias atrasado a dar os parabéns,... e como diz aquele ditado, mais vale tarde que nunca...
PARABÉNS DEBIAN !

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Como recuperar o seu sistema Linux quando não responde usando atalhos do teclado

Ufff!! Para um grande problema um grande titulo !

Na verdade não tenho nenhuma ideia de como pôr um titulo mais pequeno, referindo-se a este problema...

Os sistemas operativos Linux são conhecidos pela sua estabilidade, construidos para serem operacionais sem ter de reiniciar durante anos. De qualquer maneira o uso que um utilizador caseiro faz do Linux não é o mesmo tipo de uso que um computador com Linux instalado faz executando-se como um servidor Web !

Um utilizador caseiro provoca muito mais confusões a nivel do sistema, ainda para mais se está a "inventar" com a configuração do servidor X, ou a experimentar com o kernel, ou a instalar programas em fase experiemental....enfim.

Há situações em que o computador fica literalmente "congelado", ou seja, deixa de responder...quantas vezes acontecia-me isto no Windows e a única alternativa era carregar no botão de RESET do computador.....................................

Para estes casos, e antes que você carregue no botão do POWER ou RESET do seu computador, existe no Linux uns atalhos de teclado mágicos para recuperar o controle do sistema, ou até mesmo para reiniciar ou desligar o sistema com segurança.

A tecla em questão é essa tecla do PrintScreen.... junto com a combinação de outras teclas, permite enviar alguns comandos de baixo nivel dentro do sistema, independentemente do estado em que o sistema se encontre. Este atalho é conecido como Magic SysRq.

E qual a magia do nome então ? Se alguma vez o seu sistema estiver congelado pode tentar as seguintes teclas:


Alt+PrintScreen+r+s+e+i+u+b


Muitas teclas não é verdade ? e você pergunta.... Onde tenho mãos para tudo isso ?

Simples: Você apenas carrega ao mesmo tempo nas teclas ALT+PrintScreen, as outras teclas r+s+e+i+u+b são pressionadas uma a uma e soltas... tal e como se estivesse escrevendo "rseiub" , soltando uma e esrevendo a seguinte, como escreve normalmente. As únicas que se mantêm carregadas são as teclas ALT+PrintScreen


Cada uma destas teclas corresponde a um comando, que se descreve a continuação:

r – recupera o controle do teclado de volta do servidor X.
s – escreve os dados da caché do disco para o disco rígido.
e – envia SIGTERM para todos os processos excepto para init.
i – envia SIGKILL para todos os processos excepto para init
u – remonta todos os sistemas de ficheiros em modo apenas de leitura (basicamente é uma medida para ajudá-lo a reiniciar com segurança)
b – reinicia o sistema




Como você vê, carregando em cada uma das letras implica tarefas diferentes a executar, então o melhor é pressionar uma a uma enquanto mantém pressionadas as teclas ALT+PrintScreen.

Dê tempo suficiente antes de pressionar a seguinte teclas para permitir ao sistema realizar todas as tarefas requeridas por esta combinação de teclas.


Mas não acabam aqui as "teclas mágicas". Há mais teclas que têm outras funções:

0 – 9 -estabelece o nivel de mensagens da consola ou linha de comandos, controlando quais mensagens do kernel serão enviadas para a consola, de maaneira a que você não fique com o ecrã "inundado" de mensagens.
b -reinicia o sistema sem executar os passos que asseguram que todas as condições são boas para o fazer. Usando esta tecla sízinha é como fazer um "reinicio em frio".
e -envia SIGTERM a todos os processos excepto a init.
f - chamada Out Of Memory Killer, a qual "assassinará" ou terminará um processo que está consumindo toda a memória disponivel.
h - mostra ajuda acerca das teclas SysRq numa consola, embora você possa usar qualquer teclas para mostar ajuda, excepto para aquelas especificadas.
i - envia SIGKILL a todos os processos exceptoo a init.
k - mata todos os processos na consola actual.
l - envia SIGKILL a todos os processos, incluido a init.
m - envia informação da memória para a consola.
o - desliga o sistema via ACPI em em sistemas antigos, APM.
p - envia os registos actuais e as "flags" de sistema para a consola.
q - envia toda a informação dos "timers" para a consola.
r - recupera o controla do teclado e do mousa do servidor X.
s - escreve todos os dados desde a caché de disco ao disco rígido, é uma sincronização e é necessário para reduzir as possibilidades de dados corruptos.
t - envia a lista das tarefas actuais e sua informação á consola ou linha de comandos.
u - remonta todos os sistemas de ficheiros montados em modo de "só leitura". Depois de usar esta tecla, pode reiniciar o sistema com Alt+SysRq+B sem causar danos ao sistema.
w - envia tarefas de estado interrompiveisdumps (ou bloqueadas).


Alt+Printscreen é também um atalho de teclado para fazer uma captura de ecrãn (screenshot) da janela activa no ambiente de trabalho GNOME e também em outros ambientes de trabalho. Certifique-se que tem habilitada as teclas Magic SysRq no seu sistema.

Os comandos Magic SysRq apenas funcionarão se o kernel foi compilado usando a opção CONFIG_MAGIC_SYSREQ.


Você também pode usar as chamadas proc sysrq trigger para controlar o comportamento das teclas sysrq. Normalmente você apenas precisa de saber que:


echo 0 > /proc/sys/kernel/sysrq (activa as teclas sysrq)
e
echo 1 > /proc/sys/kernel/sysrq (desactiva as teclas sysrq)




Existem também outros números com significados especiais, tais como:



2 – activa o controle de nensagens a nivel da consola

4 – activa o controle do teclado(SAK, unraw)

8 – activa as saidas de "debug" dos processos etc

16 – activa o comando sync

32 – activa a remontagem em modo de só-leitura

64 – activa a sinalização de processos (term, kill, oom-kill)

128 – permite reiniciar/desligar (reboot/poweroff)

256 – permite o controle da prioridade de todos os processos RT (o nivel nice)


Alternativamente adicionando:

kernel.sysrq=1

no ficheiro /etc/sysctl.conf também habilitará (activará) as teclas sysrq.


Por favor tenha o máximo de cuidado ao editar ficheiros de configuração do sistema !



Fonte de inspiração de toda esta informação embora muito menos que esta tenha encontrado noutros sitios há mais tempo, mas realmente esta parece-me mais completa !

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Conversão entre vários formatos de video (VCD,DVD,SVCD,DIVX,XVID,FLV) com QEVEN

Encontrei em KDE-Apps.org um programa para as conversões entre distintos formatos de video em Linux.

Já o experimentei e funcionou bastante bem, daí resolvi compartir com quem cá vem ao blogue.

Como diz o titulo, este programa converte nos seguintes formatos de video: VCD,DVD,SVCD,DIVX,XVID,FLV

Para mim a conversão que fiz foi passar um video do youtube em formato .mp4 ao formato divx.
A conversão durou o tempo que deveria, até que o ficheiro tinha uns 250 megas e terminado o processo, o resultado foi bom, fiquei com um video convertido mas com a mesma qualidade que o original.




Voltando ao programa em questão, o seu nome é QEVEN (Qt Easy Video Encoder) e como dependencias tem os seguintes programas:

mencoder

mplayer

qt4


Como caracteristicas desta versão ( 0.3.0) do QEVEN inclui:


-Lista de tarefas

-Importar fontes

-Pré-visualização do video

-Assistente do projecto a criar




Está disponivel para descarregar o pacote .deb para facilitar a instalação em sistemas Debian, e também está disponivel o código fonte para quem tiver a necessidade de compilar o mesmo.



Recomendo instalar o pacote .deb, para quem não gosta da linha de comandos (ou terminal) já que facilita a instalação das dependencias que possam haver, tal e como comentei na minha mensagem anterior sobre como instalar pacotes .deb



Algumas imagens do QEVEN:







Boas conversões !